SOPHIA CHABLAU E UMA ENORME ERDA DE TEMPO + MANU JULIAN
Sophia Chablau e Uma Enorme Perda De Tempo é uma banda brasileira de rock formada por Sophia Chablau, Téo Serson, Theo Cecato e Vicente Tassara. Seja nos concertos caóticos, nos discos irreverentes ou nas interações espontâneas com o público, a banda explora as possíveis interseções entre o rock experimental e a delicadeza poética da canção brasileira, utilizando o poder da música para aproximar pessoas, fomentar encontros improváveis e fortalecer a cena independente.
Em 2021, lançou o seu álbum de estreia homónimo, produzido por Ana Frango Eléctrico. Em 2023, editou o segundo disco, Música do Esquecimento, com produção de Vitor Araújo. Ambos os álbuns foram lançados pela editora RISCO.
Manu Julian é vocalista, compositora, artista visual e ilustradora. A sua trajetória musical começou ainda na infância, integrando o projeto Pequeno Cidadão. Para além do seu trabalho a solo, integra também as bandas Fernê e Pelados, ambas ligadas ao selo RISCO.
Ao longo da sua carreira, colaborou com artistas como Besouro Mulher, Gui Amabis, Varanda, Sophia Chablau e Uma Enorme Perda De Tempo, YMA e Adrian Younge. Participou ainda em gravações para bandas sonoras de longas-metragens, séries televisivas e campanhas publicitárias.
Paralelamente à música, desenvolveu uma pesquisa artística centrada no desenho como linguagem de comunicação e experiência do mundo. O seu trabalho aborda temas como a afetividade, o quotidiano, os símbolos da rotina, o desenho de observação, a escrita e a construção de universos particulares. Esta prática estende-se a ilustrações, projetos gráficos para discos em vinil, cartazes e materiais para espetáculos, capas de livros e álbuns, identidades visuais, projetos editoriais, bem como tiras e histórias em banda desenhada.
Desde 2023 apresenta Sentimental, o seu primeiro espetáculo e projeto autoral a solo. O concerto surge como prolongamento do álbum atualmente em produção, com lançamento previsto para meados de 2026. As canções refletem sobre os hábitos que mantemos, sobre gostar ou deixar de gostar de alguém, sobre o cansaço, a vontade de estar acompanhado ou sozinho, sobre a sensibilidade, sobre chorar no banho e sobre tudo aquilo que magoa, emociona profundamente ou acaba inevitavelmente por ser esquecido. É um trabalho que procura encontrar significado naquilo que nasce do quotidiano, revelando a beleza dos pequenos gestos e deixando-se afetar intensamente por tudo o que, à primeira vista, parece banal.
Em 2021, lançou o seu álbum de estreia homónimo, produzido por Ana Frango Eléctrico. Em 2023, editou o segundo disco, Música do Esquecimento, com produção de Vitor Araújo. Ambos os álbuns foram lançados pela editora RISCO.
Manu Julian é vocalista, compositora, artista visual e ilustradora. A sua trajetória musical começou ainda na infância, integrando o projeto Pequeno Cidadão. Para além do seu trabalho a solo, integra também as bandas Fernê e Pelados, ambas ligadas ao selo RISCO.
Ao longo da sua carreira, colaborou com artistas como Besouro Mulher, Gui Amabis, Varanda, Sophia Chablau e Uma Enorme Perda De Tempo, YMA e Adrian Younge. Participou ainda em gravações para bandas sonoras de longas-metragens, séries televisivas e campanhas publicitárias.
Paralelamente à música, desenvolveu uma pesquisa artística centrada no desenho como linguagem de comunicação e experiência do mundo. O seu trabalho aborda temas como a afetividade, o quotidiano, os símbolos da rotina, o desenho de observação, a escrita e a construção de universos particulares. Esta prática estende-se a ilustrações, projetos gráficos para discos em vinil, cartazes e materiais para espetáculos, capas de livros e álbuns, identidades visuais, projetos editoriais, bem como tiras e histórias em banda desenhada.
Desde 2023 apresenta Sentimental, o seu primeiro espetáculo e projeto autoral a solo. O concerto surge como prolongamento do álbum atualmente em produção, com lançamento previsto para meados de 2026. As canções refletem sobre os hábitos que mantemos, sobre gostar ou deixar de gostar de alguém, sobre o cansaço, a vontade de estar acompanhado ou sozinho, sobre a sensibilidade, sobre chorar no banho e sobre tudo aquilo que magoa, emociona profundamente ou acaba inevitavelmente por ser esquecido. É um trabalho que procura encontrar significado naquilo que nasce do quotidiano, revelando a beleza dos pequenos gestos e deixando-se afetar intensamente por tudo o que, à primeira vista, parece banal.