Há uma sensação particular diante daquilo que parece não ter fundo: o frio de tentar alcançar, em vão, o leito de um rio com os pés; a vertigem silenciosa de um precipício; a contemplação demorada de uma montanha imóvel durante a noite, do emaranhado infinito de uma mata ou da vasta escuridão do mar. Montes — duo formado por Arianna Casellas e Kauê Gindri, surgido em 2021 com a edição do disco VOZES ANTENAS FRAGAS (Lovers & Lollypops) — tentam à sua maneira traduzir esse espanto com as ferramentas que têm. Vozes, cello amplificado, guitarra elétrica e sopros articulam geografias voláteis abertas ao improviso, tensão e silêncio, num eterno desenho cego de contornos livres entre a experimentação e a canção.
alga, pseudónimo de Cláudia Simões, interessa-se por música sob uma perspetiva performática e emocional, levando o ouvinte numa caminhada sensorial e sobrenatural por uma paisagem sonora profundamente pessoal e evocativa. Com vozes espectrais, field recordings, improvisações e loop, cria um campo sonoro assombrado por espíritos, paciente e contemplativo, pejado de memórias e alusões nebulosas.
alga, pseudónimo de Cláudia Simões, interessa-se por música sob uma perspetiva performática e emocional, levando o ouvinte numa caminhada sensorial e sobrenatural por uma paisagem sonora profundamente pessoal e evocativa. Com vozes espectrais, field recordings, improvisações e loop, cria um campo sonoro assombrado por espíritos, paciente e contemplativo, pejado de memórias e alusões nebulosas.
montes + alga
Há uma sensação particular diante daquilo que parece não ter fundo: o frio de tentar alcançar, em vão, o leito de um rio com os pés; a vertigem silenciosa de um precipício; a contemplação demorada de uma montanha imóvel durante a noite, do emaranhado infinito de uma mata ou da vasta escuridão do mar. Montes — duo formado por Arianna Casellas e Kauê Gindri, surgido em 2021 com a edição do disco VOZES ANTENAS FRAGAS (Lovers & Lollypops) — tentam à sua maneira traduzir esse espanto com as ferramentas que têm. Vozes, cello amplificado, guitarra elétrica e sopros articulam geografias voláteis abertas ao improviso, tensão e silêncio, num eterno desenho cego de contornos livres entre a experimentação e a canção.
alga, pseudónimo de Cláudia Simões, interessa-se por música sob uma perspetiva performática e emocional, levando o ouvinte numa caminhada sensorial e sobrenatural por uma paisagem sonora profundamente pessoal e evocativa. Com vozes espectrais, field recordings, improvisações e loop, cria um campo sonoro assombrado por espíritos, paciente e contemplativo, pejado de memórias e alusões nebulosas.
alga, pseudónimo de Cláudia Simões, interessa-se por música sob uma perspetiva performática e emocional, levando o ouvinte numa caminhada sensorial e sobrenatural por uma paisagem sonora profundamente pessoal e evocativa. Com vozes espectrais, field recordings, improvisações e loop, cria um campo sonoro assombrado por espíritos, paciente e contemplativo, pejado de memórias e alusões nebulosas.
hoje
listening session
25 Years of “The Disintegration Loops”
amanhã
concertos
LISA SERENO + VITORIA VERMELHO
sex.02.10
concerto
WHITNEY JOHNSON + LIA KOHL + MACIE STEWART