CRIATURA-DANÇA + BILRUS
Vindos da vibrante cidade de Barcelos, Elisabete Silva, Vítor Oliveira, Pedro Marques, Ricardo Carvalho e Carolina Alves juntaram-se por uma visão comum, transformando ideias em som vivo e partilhado.
A Criatura-dança é um ser mutante em constante autodescoberta. Ela vive entre o pop/rock e a eletrónica sem se fixar: pode ser ruidosa, tensa e elétrica, ou delicada e intimista — e adora dançar.
Até então, as canções surgiram sempre em português e a narrativa fixou-se no centro das composições.
A estreia da banda deu-se com o lançamento do single “Acontecer”, seguido do EP “MUDA”, lançado em 2024.
Gravado no AMPStudio por Paulo Miranda, o trabalho conta com as colaborações de André Simão (percussão eletrónica em “Indigente”) e Carlos Fortes (guitarra elétrica em “Embaraço”). Disponível em digital e formato físico, o EP marcou o início de uma caminhada de concertos, entre os quais a participação no Festival Termómetro 2025.
“Nada no Lugar” é o segundo EP da banda, lançado no passado dia 5 de junho. Gravado e misturado por Elisabete Silva (Criatura-dança) e masterizado por Miguel Pinheiro Marques, o trabalho explora o conceito de existência “fora do lugar”, um estado de desconexão e deslocação persistente num mundo que segue sem se afetar. É composto por cinco temas e foi antecipado pelo single “Tremor”.
Bilrus é uma banda portuguesa que explora os lados mais alternativos e experimentais do rock, caracterizada pela forte presença de elementos de produção eletrónica. O projeto reúne João Robim, Márcio Silva e Nuno Biltes, três músicos que se conheceram através da música clássica e mais tarde uniram forças para explorar novos territórios sonoros. A banda atuou ao vivo em locais como o Maus Hábitos (Porto) e o Teatro Narciso Ferreira, bem como no Festival Sons de Vez 2025. Em 2024, lançaram o EP “I Just Want To Be David”, misturado em áudio 3D, seguido do álbum ao vivo “Live at Maus Hábitos” em 2025. O mais recente trabalho da banda é o álbum “Unamused”, lançado em 2026.
A Criatura-dança é um ser mutante em constante autodescoberta. Ela vive entre o pop/rock e a eletrónica sem se fixar: pode ser ruidosa, tensa e elétrica, ou delicada e intimista — e adora dançar.
Até então, as canções surgiram sempre em português e a narrativa fixou-se no centro das composições.
A estreia da banda deu-se com o lançamento do single “Acontecer”, seguido do EP “MUDA”, lançado em 2024.
Gravado no AMPStudio por Paulo Miranda, o trabalho conta com as colaborações de André Simão (percussão eletrónica em “Indigente”) e Carlos Fortes (guitarra elétrica em “Embaraço”). Disponível em digital e formato físico, o EP marcou o início de uma caminhada de concertos, entre os quais a participação no Festival Termómetro 2025.
“Nada no Lugar” é o segundo EP da banda, lançado no passado dia 5 de junho. Gravado e misturado por Elisabete Silva (Criatura-dança) e masterizado por Miguel Pinheiro Marques, o trabalho explora o conceito de existência “fora do lugar”, um estado de desconexão e deslocação persistente num mundo que segue sem se afetar. É composto por cinco temas e foi antecipado pelo single “Tremor”.
Bilrus é uma banda portuguesa que explora os lados mais alternativos e experimentais do rock, caracterizada pela forte presença de elementos de produção eletrónica. O projeto reúne João Robim, Márcio Silva e Nuno Biltes, três músicos que se conheceram através da música clássica e mais tarde uniram forças para explorar novos territórios sonoros. A banda atuou ao vivo em locais como o Maus Hábitos (Porto) e o Teatro Narciso Ferreira, bem como no Festival Sons de Vez 2025. Em 2024, lançaram o EP “I Just Want To Be David”, misturado em áudio 3D, seguido do álbum ao vivo “Live at Maus Hábitos” em 2025. O mais recente trabalho da banda é o álbum “Unamused”, lançado em 2026.