FEARS + LAURA OLIM
Fears é o projeto da artista, música e produtora irlandesa Constance Keane. Combinando eletrónica contemplativa, samples acústicos e vozes assombrosas com visuais orgânicos, Fears convida quem a ouve a embarcar numa viagem etérea, esbatendo as fronteiras entre a música e a arte visual. A sua abordagem minimalista centra-se em temas emotivos, que são, ao mesmo tempo, profundamente pessoais e surpreendentemente universais.
Com dois álbuns no currículo, a Paste Magazine já declarou que Fears é "uma força do caraças a ter em conta". O seu álbum de estreia, "Oíche", de 2021, foi eleito um dos Melhores Álbuns de 2021 pelos leitores do The Guardian, pela CLASH Magazine e pelo Irish Independent, neste último na lista dos Melhores Álbuns Irlandeses de 2021. O seguimento, "affinity", contou com colaborações de Jemima Coulter, Ailbhe Reddy, Aga Ujma e Sophie Gwen Williams, e foi escrito e gravado entre Londres, Nova Iorque e Dublin. A Flood Magazine descreveu-o como "um álbum intensamente belo do princípio ao fim".
Com a reputação de oferecer concertos imersivos, os destaques incluem o Eurosonic, o SXSW, os Other Voices, o Body & Soul, o Quarter Block Party, a Ireland Music Week, entre outros.
Fears tem sido elogiada em todo o mundo, tendo a sua música sido destacada pelo The Guardian, pela iD Magazine, pelo The Sunday Times, pela DJ Mag Spain, pela Hot Press, pelo Sunday Business Post, pela Irish Tatler, pelo Noisey, pela Huck Magazine, pela BBC Arts, pelo Irish Independent e pelo Nialler9.
Como membro fundadora da banda punk feminista, aclamada pela crítica, M(h)aol, Fears fez digressões pela Europa e pelo Reino Unido.
O seu trabalho de design de moda foi publicado em revistas e jornais como a Vogue Italia, o The Sunday Independent, a Irish Country Magazine, a STELLAR Magazine, entre outros.
A Laura é música, compositora e produtora natural de Estarreja, Aveiro, e atualmente a viver no Porto. Mudou-se para a cidade aos 19 anos para estudar Línguas e Relações Internacionais, depois de passar os seus anos de formação em Estarreja. Foi entre estes dois lugares que começou a escrever as suas primeiras canções, muitas vezes esboçando letras e melodias durante as viagens de comboio que os ligavam.
Em 2023, co-criou a banda Desire Haze, contribuindo como compositora e música enquanto desenvolvia a sua própria voz artística. Com a banda, já atuou em salas por todo o país, incluindo o Maus Hábitos, no Porto, o Gretua, em Aveiro, e o CAAA, em Guimarães. Em 2026, os Desire Haze lançaram o seu álbum de estreia, "Not So Distant, One Day".
a par do trabalho com a banda, a Laura tem continuado a cultivar o seu projeto a solo, partindo de anos de composição e de um interesse cada vez maior pela produção musical. O seu percurso artístico foi moldado pelo cruzamento de diferentes lugares, comunidades criativas e experiências colaborativas, resultando num conjunto de trabalho que reflete tanto a expressão pessoal como o compromisso com a criação musical independente.
O projeto a solo da Laura existe algures entre a experimentação de quarto e a confissão emocional. Nascido do desejo de ter controlo total sobre o seu processo criativo, começou a produzir a sua própria música como forma de aprender fazendo, construindo canções de raiz e abraçando as imperfeições, as surpresas e as descobertas que isso traz.
Enraizada numa abordagem DIY, a sua música move-se livremente entre géneros e influências, guiada mais pelo instinto do que pela convenção. Cada lançamento torna-se uma oportunidade para explorar novas paisagens sonoras, combinando composição intimista com produção texturada, energia crua e vontade de experimentar. Em vez de apresentar um produto final polido, o trabalho da Laura parece muitas vezes um diário aberto: honesto, em evolução e profundamente pessoal.
O seu SoundCloud funciona como um espaço de brincadeira criativa e, ao mesmo tempo, como um arquivo deste processo contínuo, documentando um conjunto de trabalho em constante mudança e expansão. Seja através de arranjos esparsos e delicados ou de momentos mais distorcidos e assertivos, as suas canções unem-se pelo compromisso com a autenticidade emocional.
A vulnerabilidade está no centro da composição da Laura. As suas letras exploram as tensões entre fragilidade e força, conforto e desconforto, ligação e isolamento. Com uma voz que oscila entre a ternura e a urgência, transforma experiências pessoais em algo coletivo, criando canções que convidam quem as ouve a encontrar nelas os seus próprios significados.
Através da sua música, a Laura procura criar espaços de catarse, conforto e libertação. O seu projeto é um convite a sentir profundamente, a abraçar a incerteza e a encontrar beleza no inacabado — uma exploração em constante evolução do som, da emoção e da auto expressão.
Com dois álbuns no currículo, a Paste Magazine já declarou que Fears é "uma força do caraças a ter em conta". O seu álbum de estreia, "Oíche", de 2021, foi eleito um dos Melhores Álbuns de 2021 pelos leitores do The Guardian, pela CLASH Magazine e pelo Irish Independent, neste último na lista dos Melhores Álbuns Irlandeses de 2021. O seguimento, "affinity", contou com colaborações de Jemima Coulter, Ailbhe Reddy, Aga Ujma e Sophie Gwen Williams, e foi escrito e gravado entre Londres, Nova Iorque e Dublin. A Flood Magazine descreveu-o como "um álbum intensamente belo do princípio ao fim".
Com a reputação de oferecer concertos imersivos, os destaques incluem o Eurosonic, o SXSW, os Other Voices, o Body & Soul, o Quarter Block Party, a Ireland Music Week, entre outros.
Fears tem sido elogiada em todo o mundo, tendo a sua música sido destacada pelo The Guardian, pela iD Magazine, pelo The Sunday Times, pela DJ Mag Spain, pela Hot Press, pelo Sunday Business Post, pela Irish Tatler, pelo Noisey, pela Huck Magazine, pela BBC Arts, pelo Irish Independent e pelo Nialler9.
Como membro fundadora da banda punk feminista, aclamada pela crítica, M(h)aol, Fears fez digressões pela Europa e pelo Reino Unido.
O seu trabalho de design de moda foi publicado em revistas e jornais como a Vogue Italia, o The Sunday Independent, a Irish Country Magazine, a STELLAR Magazine, entre outros.
A Laura é música, compositora e produtora natural de Estarreja, Aveiro, e atualmente a viver no Porto. Mudou-se para a cidade aos 19 anos para estudar Línguas e Relações Internacionais, depois de passar os seus anos de formação em Estarreja. Foi entre estes dois lugares que começou a escrever as suas primeiras canções, muitas vezes esboçando letras e melodias durante as viagens de comboio que os ligavam.
Em 2023, co-criou a banda Desire Haze, contribuindo como compositora e música enquanto desenvolvia a sua própria voz artística. Com a banda, já atuou em salas por todo o país, incluindo o Maus Hábitos, no Porto, o Gretua, em Aveiro, e o CAAA, em Guimarães. Em 2026, os Desire Haze lançaram o seu álbum de estreia, "Not So Distant, One Day".
a par do trabalho com a banda, a Laura tem continuado a cultivar o seu projeto a solo, partindo de anos de composição e de um interesse cada vez maior pela produção musical. O seu percurso artístico foi moldado pelo cruzamento de diferentes lugares, comunidades criativas e experiências colaborativas, resultando num conjunto de trabalho que reflete tanto a expressão pessoal como o compromisso com a criação musical independente.
O projeto a solo da Laura existe algures entre a experimentação de quarto e a confissão emocional. Nascido do desejo de ter controlo total sobre o seu processo criativo, começou a produzir a sua própria música como forma de aprender fazendo, construindo canções de raiz e abraçando as imperfeições, as surpresas e as descobertas que isso traz.
Enraizada numa abordagem DIY, a sua música move-se livremente entre géneros e influências, guiada mais pelo instinto do que pela convenção. Cada lançamento torna-se uma oportunidade para explorar novas paisagens sonoras, combinando composição intimista com produção texturada, energia crua e vontade de experimentar. Em vez de apresentar um produto final polido, o trabalho da Laura parece muitas vezes um diário aberto: honesto, em evolução e profundamente pessoal.
O seu SoundCloud funciona como um espaço de brincadeira criativa e, ao mesmo tempo, como um arquivo deste processo contínuo, documentando um conjunto de trabalho em constante mudança e expansão. Seja através de arranjos esparsos e delicados ou de momentos mais distorcidos e assertivos, as suas canções unem-se pelo compromisso com a autenticidade emocional.
A vulnerabilidade está no centro da composição da Laura. As suas letras exploram as tensões entre fragilidade e força, conforto e desconforto, ligação e isolamento. Com uma voz que oscila entre a ternura e a urgência, transforma experiências pessoais em algo coletivo, criando canções que convidam quem as ouve a encontrar nelas os seus próprios significados.
Através da sua música, a Laura procura criar espaços de catarse, conforto e libertação. O seu projeto é um convite a sentir profundamente, a abraçar a incerteza e a encontrar beleza no inacabado — uma exploração em constante evolução do som, da emoção e da auto expressão.