Maria BC (they/them), artista nascida em Ohio e atualmente radicada em Oakland, Califórnia, tem vindo a revelar gradualmente o seu processo criativo ao longo dos últimos anos. Das gravações intimistas do EP Devil’s Rain (2021), realizadas num único quarto com o cuidado de não incomodar colegas de casa ou vizinhos, passou às deambulações sonoras do apartamento onde gravou Hyaline (2022, Father/Daughter Records) e, mais tarde, à casa de um amigo da família, onde um desafinado piano baby Steinway serviu de ponto de partida para Spike Field, a sua estreia pela Sacred Bones Records.
Lançado em 2022, Hyaline destacou-se como um dos grandes discos de ambient folk do ano, apresentando canções assombradas que pareciam ecoar do interior de um sótão místico coberto de teias. Em Spike Field, Maria BC expandiu essa linguagem para territórios mais refinados, afirmando uma voz artística cada vez mais singular. Cordas, guitarras dedilhadas e camadas de texturas envolvem a sua voz de mezzo-soprano, de formação clássica, criando arranjos mais densos e caleidoscópicos do que em qualquer trabalho anterior. A própria artista descreve este processo como uma forma de "preencher o espaço sonoro", desenvolvendo a intimidade de Hyaline através de uma instrumentação mais livre e expansiva.
Em 2026, Maria BC regressa com Marathon, o seu terceiro álbum de estúdio e o segundo editado pela Sacred Bones Records. Nascido de um sentimento de urgência, determinação quase masoquista e resistência, o disco reflete sobre o que significa continuar, seja em oposição ao mundo ou simplesmente para sobreviver. Ao longo de Marathon, Maria BC explora temas como a resistência, a degradação ambiental, as ruturas pessoais e a destruição, reunindo-os numa linguagem musical marcada pela intensidade, pela tensão e pela perseverança.
Lançado em 2022, Hyaline destacou-se como um dos grandes discos de ambient folk do ano, apresentando canções assombradas que pareciam ecoar do interior de um sótão místico coberto de teias. Em Spike Field, Maria BC expandiu essa linguagem para territórios mais refinados, afirmando uma voz artística cada vez mais singular. Cordas, guitarras dedilhadas e camadas de texturas envolvem a sua voz de mezzo-soprano, de formação clássica, criando arranjos mais densos e caleidoscópicos do que em qualquer trabalho anterior. A própria artista descreve este processo como uma forma de "preencher o espaço sonoro", desenvolvendo a intimidade de Hyaline através de uma instrumentação mais livre e expansiva.
Em 2026, Maria BC regressa com Marathon, o seu terceiro álbum de estúdio e o segundo editado pela Sacred Bones Records. Nascido de um sentimento de urgência, determinação quase masoquista e resistência, o disco reflete sobre o que significa continuar, seja em oposição ao mundo ou simplesmente para sobreviver. Ao longo de Marathon, Maria BC explora temas como a resistência, a degradação ambiental, as ruturas pessoais e a destruição, reunindo-os numa linguagem musical marcada pela intensidade, pela tensão e pela perseverança.
MARIA BC
Maria BC (they/them), artista nascida em Ohio e atualmente radicada em Oakland, Califórnia, tem vindo a revelar gradualmente o seu processo criativo ao longo dos últimos anos. Das gravações intimistas do EP Devil’s Rain (2021), realizadas num único quarto com o cuidado de não incomodar colegas de casa ou vizinhos, passou às deambulações sonoras do apartamento onde gravou Hyaline (2022, Father/Daughter Records) e, mais tarde, à casa de um amigo da família, onde um desafinado piano baby Steinway serviu de ponto de partida para Spike Field, a sua estreia pela Sacred Bones Records.
Lançado em 2022, Hyaline destacou-se como um dos grandes discos de ambient folk do ano, apresentando canções assombradas que pareciam ecoar do interior de um sótão místico coberto de teias. Em Spike Field, Maria BC expandiu essa linguagem para territórios mais refinados, afirmando uma voz artística cada vez mais singular. Cordas, guitarras dedilhadas e camadas de texturas envolvem a sua voz de mezzo-soprano, de formação clássica, criando arranjos mais densos e caleidoscópicos do que em qualquer trabalho anterior. A própria artista descreve este processo como uma forma de "preencher o espaço sonoro", desenvolvendo a intimidade de Hyaline através de uma instrumentação mais livre e expansiva.
Em 2026, Maria BC regressa com Marathon, o seu terceiro álbum de estúdio e o segundo editado pela Sacred Bones Records. Nascido de um sentimento de urgência, determinação quase masoquista e resistência, o disco reflete sobre o que significa continuar, seja em oposição ao mundo ou simplesmente para sobreviver. Ao longo de Marathon, Maria BC explora temas como a resistência, a degradação ambiental, as ruturas pessoais e a destruição, reunindo-os numa linguagem musical marcada pela intensidade, pela tensão e pela perseverança.
Lançado em 2022, Hyaline destacou-se como um dos grandes discos de ambient folk do ano, apresentando canções assombradas que pareciam ecoar do interior de um sótão místico coberto de teias. Em Spike Field, Maria BC expandiu essa linguagem para territórios mais refinados, afirmando uma voz artística cada vez mais singular. Cordas, guitarras dedilhadas e camadas de texturas envolvem a sua voz de mezzo-soprano, de formação clássica, criando arranjos mais densos e caleidoscópicos do que em qualquer trabalho anterior. A própria artista descreve este processo como uma forma de "preencher o espaço sonoro", desenvolvendo a intimidade de Hyaline através de uma instrumentação mais livre e expansiva.
Em 2026, Maria BC regressa com Marathon, o seu terceiro álbum de estúdio e o segundo editado pela Sacred Bones Records. Nascido de um sentimento de urgência, determinação quase masoquista e resistência, o disco reflete sobre o que significa continuar, seja em oposição ao mundo ou simplesmente para sobreviver. Ao longo de Marathon, Maria BC explora temas como a resistência, a degradação ambiental, as ruturas pessoais e a destruição, reunindo-os numa linguagem musical marcada pela intensidade, pela tensão e pela perseverança.
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