“With all my scars I can see the light.” - Se tivéssemos de resumir a música de Zulu, faríamo-lo com estas palavras que abrem o seu mais recente EP, SCAR (2025, deardogs). Figura ativa da cena underground, o artista franco-camarones leva a sua introspeção para o coração do clube. Depois de dois primeiros projetos aclamados (Smart & Loyal, 2022, e Hear the Sound of My Feet, 2023), continua a sua narrativa — em imagem e em som — através de um novo espetáculo ao vivo, onde a produção eletrónica se cruza com acentos de cloud e mumble rap, bem como influências de trip-hop e pop experimental.
Mais do que um simples colagem de estilos, Zulu molda uma música catártica onde as cicatrizes se transformam em força.
Mais do que um simples colagem de estilos, Zulu molda uma música catártica onde as cicatrizes se transformam em força.
ZULU
“With all my scars I can see the light.” - Se tivéssemos de resumir a música de Zulu, faríamo-lo com estas palavras que abrem o seu mais recente EP, SCAR (2025, deardogs). Figura ativa da cena underground, o artista franco-camarones leva a sua introspeção para o coração do clube. Depois de dois primeiros projetos aclamados (Smart & Loyal, 2022, e Hear the Sound of My Feet, 2023), continua a sua narrativa — em imagem e em som — através de um novo espetáculo ao vivo, onde a produção eletrónica se cruza com acentos de cloud e mumble rap, bem como influências de trip-hop e pop experimental.
Mais do que um simples colagem de estilos, Zulu molda uma música catártica onde as cicatrizes se transformam em força.
Mais do que um simples colagem de estilos, Zulu molda uma música catártica onde as cicatrizes se transformam em força.
amanhã
circo
Turno da Noite - Uatumã Fattori // TRENGO
qui.18.06
concerto
YHWH NAILGUN
sex.19.06
listening party
World of Echo, de Arthur Russell (40 anos)