HUMBERTO + BAR ABERTO
Humberto nasceu nas Caldas da Rainha e estudou, mais tarde lecionando também, no mestrado de Performance Making da Goldsmiths College, em Londres. Foi aí que cofundou a banda Orchestra Elastique, com a qual atuou internacionalmente em festivais, museus e cinemas. Com este coletivo compôs a banda sonora do filme A Fallible Girl (2013), realizado por Conrad Clark e estreado no Festival Internacional de Cinema de Roterdão, além de ter lançado um EP e dois álbuns.
Colaborou em performances e instalações sonoras com o compositor Allard van Hoorn, no festival Lisboa Soa (2016) e na inauguração do MAAT – Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia (2017). Para o coreógrafo Gustavo Ciríaco, criou a sonoplastia da mais recente versão de Gentileza de um Gigante, apresentada no Festival Todos, em Lisboa, e no Walk&Talk, nos Açores, bem como a composição sonora de Cortado por todos os lados, aberto por todos os cantos, apresentada na edição de 2018 do Festival Alcântara, no Teatro D. Maria II.
Escreveu, dirigiu e compôs a música de The Camus Incident, uma performance site-specific finalista do Oxford Samuel Beckett Theatre Trust Award e coproduzida pelo Barbican. É também autor de Holding Nothing, A Morte da Audiência, Peças, entre outros trabalhos, e fundador da banda CATARATA.
Na área da performance, fundou em 2008, juntamente com Borja Sagasti, a companhia Gazpacho Unlimited, desenvolvendo uma série de espetáculos em Inglaterra e noutros países europeus, centrados na dramaturgia e na interação com o público. Entre eles destaca-se 2 Divide (2009), nomeado para o prémio de Melhor Performer no Dublin Fringe. Colaborou ainda em diversas criações com o escritor e dramaturgo Rui de Almeida Paiva, entre as quais O Sequestro (2018), A Vila (2019) e Peça para Intervalos (2021). É coeditor da revista de arte contemporânea Wrong Wrong e desenvolve também trabalho como curador e programador em diversos projetos e instituições.
Bar Aberto
Houve tempos em que alguém ousava dizer que, se ensaiassem, ainda poderiam vir a ser alguma coisa de jeito. O recém-lançado EP de estreia homónimo encarrega-se de desfazer definitivamente essa ideia. As canções de Bar Aberto flutuam entre a contemplação e a intensidade emocional, nascidas dos anseios e alegrias do quotidiano de Mariana Amaral e Matilde Roselló. Harmonias vocais que oscilam entre o sonho e uma dor resignada, sustentadas por acordes lânguidos, moldados por noites mal dormidas e dias marcados pela experiência comum da vida adulta.
Colaborou em performances e instalações sonoras com o compositor Allard van Hoorn, no festival Lisboa Soa (2016) e na inauguração do MAAT – Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia (2017). Para o coreógrafo Gustavo Ciríaco, criou a sonoplastia da mais recente versão de Gentileza de um Gigante, apresentada no Festival Todos, em Lisboa, e no Walk&Talk, nos Açores, bem como a composição sonora de Cortado por todos os lados, aberto por todos os cantos, apresentada na edição de 2018 do Festival Alcântara, no Teatro D. Maria II.
Escreveu, dirigiu e compôs a música de The Camus Incident, uma performance site-specific finalista do Oxford Samuel Beckett Theatre Trust Award e coproduzida pelo Barbican. É também autor de Holding Nothing, A Morte da Audiência, Peças, entre outros trabalhos, e fundador da banda CATARATA.
Na área da performance, fundou em 2008, juntamente com Borja Sagasti, a companhia Gazpacho Unlimited, desenvolvendo uma série de espetáculos em Inglaterra e noutros países europeus, centrados na dramaturgia e na interação com o público. Entre eles destaca-se 2 Divide (2009), nomeado para o prémio de Melhor Performer no Dublin Fringe. Colaborou ainda em diversas criações com o escritor e dramaturgo Rui de Almeida Paiva, entre as quais O Sequestro (2018), A Vila (2019) e Peça para Intervalos (2021). É coeditor da revista de arte contemporânea Wrong Wrong e desenvolve também trabalho como curador e programador em diversos projetos e instituições.
Bar Aberto
Houve tempos em que alguém ousava dizer que, se ensaiassem, ainda poderiam vir a ser alguma coisa de jeito. O recém-lançado EP de estreia homónimo encarrega-se de desfazer definitivamente essa ideia. As canções de Bar Aberto flutuam entre a contemplação e a intensidade emocional, nascidas dos anseios e alegrias do quotidiano de Mariana Amaral e Matilde Roselló. Harmonias vocais que oscilam entre o sonho e uma dor resignada, sustentadas por acordes lânguidos, moldados por noites mal dormidas e dias marcados pela experiência comum da vida adulta.