Mark William Lewis + Ashley Plommer
Um artista que existe nas fissuras. mark william lewis evita categorizações fáceis de género, brinca com as convenções tradicionais de um songwriter e cria uma música poeticamente incisiva, visualmente vívida, mas texturalmente opaca. Compõe canções que exploram a interseção entre intimidade e alienação, conexão e desconexão, sendo uma voz singular e ousada a operar num espaço distintamente único, embora indefinido.
A sua faixa mais recente, ‘Tomorrow is Perfect’, é o primeiro lançamento através da A24 Music — uma canção que parece ser a mais pura personificação de lewis como artista completo até à data, desfocando as fronteiras entre imagem, música e palavra, empurrando-as para o primeiro plano.
Lewis recebeu elogios da Pitchfork e da The Fader pelos seus lançamentos anteriores Sparkles 22–24 e Living, além de ter participado na faixa “Let’s Have A Ball” de MIKE, figura central do rap nova-iorquino, e de ter colaborado com Nina Crisante (dos Bar Italia) na música “Thinner”.
Nos últimos anos, Lewis tornou-se presença constante nos espaços mais inovadores da cena de música ao vivo em Londres, com os seus concertos e música a tornarem-se um sucesso de boca a boca. Isso levou à realização de concertos de estreia esgotados nos EUA em locais como Elsewhere e Public Records (NYC), e The Echo (LA) no ano passado, bem como um concerto em nome próprio no ICA (Londres), também esgotado, no início deste ano.
Lançou anteriormente música pela Scenic Route, com o vinil do EP conjunto ‘God Complex / Pleasure Is Everything’ a esgotar em menos de 24 horas.
Ashley Plommer é cantautor, produtor e performer do Reino Unido. Compõe com guitarras, piano, instrumentos de sopro e percussão.
Após emergir da cena DIY experimental de Sheffield, mudou-se para o sudeste de Londres, onde tem vindo a criar, desde 2023, uma música pop idiossincrática e existencial. Escreve sobre o tecido quotidiano da sua vida: as experiências a trabalhar em escolas, fábricas e supermercados; a tinta anti-bolor nas paredes; as bicicletas Lime pirateadas, os pica-paus perdidos e os estaleiros de obras que rodeiam a sua casa.
As suas canções inspiram-se no Emo, Metal Progressivo, paisagens sonoras e nas óperas televisivas longas de Robert Ashley.
Lançou de forma independente os seus primeiros singles, ‘Tankfull’ e ‘Shame 2’, em 2024.