O folk de Colegas de Trabalho não é americano, nem é português. É do Éme, apurado como nunca. Embora nos lembremos de Bonnie “Prince” Billy (em alguns violinos), Silver Jews (sobretudo na voz quase falada) ou Sufjan Stevens (à espreita na última canção), o disco não é um sucedâneo de nenhum deles. Reconhecemos o Éme, mais maduro, focado em cantar boas histórias, assumindo as suas peculiaridades, os seus defeitos, o seu carisma e o seu sentido de humor.
Os arranjos são o aspeto mais surpreendente deste disco. As texturas criadas pelos diálogos entre coros, violino, teclados e flauta, na sua relação com a secção rítmica, permitem descobrir continuamente novas formas de ouvir estas canções. Cada linha melódica vive por si, mas é enriquecida pela interação com as restantes.
Pode parecer que, ao contrário de Disco Tinto (2024), as canções deste disco não se deixam unir por uma temática comum, mas ela existe: o eixo temático de Colegas de Trabalho é a inevitabilidade do falhanço. O álbum explora o falhanço no seu sentido mais amplo, incluindo o erro, o engano ou o percalço, e a beleza que se pode encontrar nesses momentos, sem nunca os idealizar.
Os arranjos são o aspeto mais surpreendente deste disco. As texturas criadas pelos diálogos entre coros, violino, teclados e flauta, na sua relação com a secção rítmica, permitem descobrir continuamente novas formas de ouvir estas canções. Cada linha melódica vive por si, mas é enriquecida pela interação com as restantes.
Pode parecer que, ao contrário de Disco Tinto (2024), as canções deste disco não se deixam unir por uma temática comum, mas ela existe: o eixo temático de Colegas de Trabalho é a inevitabilidade do falhanço. O álbum explora o falhanço no seu sentido mais amplo, incluindo o erro, o engano ou o percalço, e a beleza que se pode encontrar nesses momentos, sem nunca os idealizar.
ÉME
O folk de Colegas de Trabalho não é americano, nem é português. É do Éme, apurado como nunca. Embora nos lembremos de Bonnie “Prince” Billy (em alguns violinos), Silver Jews (sobretudo na voz quase falada) ou Sufjan Stevens (à espreita na última canção), o disco não é um sucedâneo de nenhum deles. Reconhecemos o Éme, mais maduro, focado em cantar boas histórias, assumindo as suas peculiaridades, os seus defeitos, o seu carisma e o seu sentido de humor.
Os arranjos são o aspeto mais surpreendente deste disco. As texturas criadas pelos diálogos entre coros, violino, teclados e flauta, na sua relação com a secção rítmica, permitem descobrir continuamente novas formas de ouvir estas canções. Cada linha melódica vive por si, mas é enriquecida pela interação com as restantes.
Pode parecer que, ao contrário de Disco Tinto (2024), as canções deste disco não se deixam unir por uma temática comum, mas ela existe: o eixo temático de Colegas de Trabalho é a inevitabilidade do falhanço. O álbum explora o falhanço no seu sentido mais amplo, incluindo o erro, o engano ou o percalço, e a beleza que se pode encontrar nesses momentos, sem nunca os idealizar.
Os arranjos são o aspeto mais surpreendente deste disco. As texturas criadas pelos diálogos entre coros, violino, teclados e flauta, na sua relação com a secção rítmica, permitem descobrir continuamente novas formas de ouvir estas canções. Cada linha melódica vive por si, mas é enriquecida pela interação com as restantes.
Pode parecer que, ao contrário de Disco Tinto (2024), as canções deste disco não se deixam unir por uma temática comum, mas ela existe: o eixo temático de Colegas de Trabalho é a inevitabilidade do falhanço. O álbum explora o falhanço no seu sentido mais amplo, incluindo o erro, o engano ou o percalço, e a beleza que se pode encontrar nesses momentos, sem nunca os idealizar.
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