Nascido em Barletta a 14 de julho de 1953, Lino Vaccina é uma das figuras centrais da música experimental europeia. Aos dezanove anos, fundou o grupo Aktuala juntamente com Walter Maioli — uma fusão de rock psicadélico com sonoridades africanas, asiáticas e mediterrânicas. Após deixar o grupo em 1974, estudou composição, piano e percussão na Civica Scuola di Musica, em Milão, ao mesmo tempo que iniciava uma longa colaboração com Franco Battiato e Juri Camisasca, participando nos seus projetos como percussionista e compositor. Com eles, fundou também o Telaio Magnetico em 1975, um ensemble dedicado exclusivamente a apresentações ao vivo.
Em 1978 lançou Antico Adagio, que desde então se tornou uma referência do minimalismo internacional. Aquando do seu lançamento, o disco despertou a atenção de músicos e entusiastas, mas permaneceu fora dos circuitos comerciais, tornando-se gradualmente um objeto de culto e mais tarde reconhecido como uma pedra angular do experimentalismo europeu.
Entre 1979 e 1985, Vaccina integrou como percussionista a Orquestra do Teatro alla Scala, sob a direção de maestros como Claudio Abbado e Seiji Ozawa. Após décadas de silêncio discográfico, regressou em 2014 com a reedição de Antico Adagio e uma série de novos álbuns — Arcaico Armonico, Metafisiche del Suono e Syn-Thesis — resultado da sua longa exploração de sintetizadores analógicos. Desde então, colaborou com artistas como Keith e Julie Tippett, Markus Stockhausen, Paolo Tofani e John Greaves.
A sua música cativa pela coerência interna e pela capacidade de gerar estados de suspensão e escuta profunda — através de ondulações, fragmentos melódicos e delicados jogos entre instrumentos acústicos e ressonâncias que evocam uma orquestra fantasma. Um exemplo de disciplina e abertura que transforma o tempo em espaço.
Em 1978 lançou Antico Adagio, que desde então se tornou uma referência do minimalismo internacional. Aquando do seu lançamento, o disco despertou a atenção de músicos e entusiastas, mas permaneceu fora dos circuitos comerciais, tornando-se gradualmente um objeto de culto e mais tarde reconhecido como uma pedra angular do experimentalismo europeu.
Entre 1979 e 1985, Vaccina integrou como percussionista a Orquestra do Teatro alla Scala, sob a direção de maestros como Claudio Abbado e Seiji Ozawa. Após décadas de silêncio discográfico, regressou em 2014 com a reedição de Antico Adagio e uma série de novos álbuns — Arcaico Armonico, Metafisiche del Suono e Syn-Thesis — resultado da sua longa exploração de sintetizadores analógicos. Desde então, colaborou com artistas como Keith e Julie Tippett, Markus Stockhausen, Paolo Tofani e John Greaves.
A sua música cativa pela coerência interna e pela capacidade de gerar estados de suspensão e escuta profunda — através de ondulações, fragmentos melódicos e delicados jogos entre instrumentos acústicos e ressonâncias que evocam uma orquestra fantasma. Um exemplo de disciplina e abertura que transforma o tempo em espaço.
LINO CAPRA VACCINA
Nascido em Barletta a 14 de julho de 1953, Lino Vaccina é uma das figuras centrais da música experimental europeia. Aos dezanove anos, fundou o grupo Aktuala juntamente com Walter Maioli — uma fusão de rock psicadélico com sonoridades africanas, asiáticas e mediterrânicas. Após deixar o grupo em 1974, estudou composição, piano e percussão na Civica Scuola di Musica, em Milão, ao mesmo tempo que iniciava uma longa colaboração com Franco Battiato e Juri Camisasca, participando nos seus projetos como percussionista e compositor. Com eles, fundou também o Telaio Magnetico em 1975, um ensemble dedicado exclusivamente a apresentações ao vivo.
Em 1978 lançou Antico Adagio, que desde então se tornou uma referência do minimalismo internacional. Aquando do seu lançamento, o disco despertou a atenção de músicos e entusiastas, mas permaneceu fora dos circuitos comerciais, tornando-se gradualmente um objeto de culto e mais tarde reconhecido como uma pedra angular do experimentalismo europeu.
Entre 1979 e 1985, Vaccina integrou como percussionista a Orquestra do Teatro alla Scala, sob a direção de maestros como Claudio Abbado e Seiji Ozawa. Após décadas de silêncio discográfico, regressou em 2014 com a reedição de Antico Adagio e uma série de novos álbuns — Arcaico Armonico, Metafisiche del Suono e Syn-Thesis — resultado da sua longa exploração de sintetizadores analógicos. Desde então, colaborou com artistas como Keith e Julie Tippett, Markus Stockhausen, Paolo Tofani e John Greaves.
A sua música cativa pela coerência interna e pela capacidade de gerar estados de suspensão e escuta profunda — através de ondulações, fragmentos melódicos e delicados jogos entre instrumentos acústicos e ressonâncias que evocam uma orquestra fantasma. Um exemplo de disciplina e abertura que transforma o tempo em espaço.
Em 1978 lançou Antico Adagio, que desde então se tornou uma referência do minimalismo internacional. Aquando do seu lançamento, o disco despertou a atenção de músicos e entusiastas, mas permaneceu fora dos circuitos comerciais, tornando-se gradualmente um objeto de culto e mais tarde reconhecido como uma pedra angular do experimentalismo europeu.
Entre 1979 e 1985, Vaccina integrou como percussionista a Orquestra do Teatro alla Scala, sob a direção de maestros como Claudio Abbado e Seiji Ozawa. Após décadas de silêncio discográfico, regressou em 2014 com a reedição de Antico Adagio e uma série de novos álbuns — Arcaico Armonico, Metafisiche del Suono e Syn-Thesis — resultado da sua longa exploração de sintetizadores analógicos. Desde então, colaborou com artistas como Keith e Julie Tippett, Markus Stockhausen, Paolo Tofani e John Greaves.
A sua música cativa pela coerência interna e pela capacidade de gerar estados de suspensão e escuta profunda — através de ondulações, fragmentos melódicos e delicados jogos entre instrumentos acústicos e ressonâncias que evocam uma orquestra fantasma. Um exemplo de disciplina e abertura que transforma o tempo em espaço.
ter.17.03
comunidade
HORTA DO AGRA: PLANTAÇÕES DE PRIMAVERA
sex.20.03
concerto
SIR RICHARD BISHOP
sáb.21.03
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