PSICOLOGIA – CICLO TEMÁTICO INTERARTES E INTERDISCIPLINAS
conferência
nuisis zobop
Sala Y
sab 22.11
17h00
Free
O Centro de Criação e Investigação Nuisis Zobop encerra no dia 22 de novembro o Ciclo Temático Interartes e Interdisciplinas. Este encontro, dedicado à Psicologia, contará com a participação de Ana Coimbra Oliveira, Paulo Azevedo, Sónia Carvalho, Hugo Calhim Cristóvão e Joana von Mayer, sob moderação de Cristina Aguiar.
A quarta e última conversa do ciclo propõe uma reflexão sobre a Psicologia como espaço de escuta e análise da experiência humana, atravessada pela fragilidade e pela impermanência do presente. Tal como a dança, que acontece no instante do corpo em movimento, e a filosofia, que interroga o transitório e o inacabado do pensar, a Psicologia confronta-se com a mutabilidade do real: emoções que se transformam, vínculos que se refazem, identidades que se deslocam.
Essa impermanência manifesta-se não apenas no íntimo individual, mas também nos fenómenos sociais: comunidades em constante reconfiguração, práticas culturais que emergem e desaparecem, relações de poder e solidariedade que se desfazem ou se reinventam.
Mais do que interpretar a fragilidade como ameaça, propõe-se reconhecê-la como condição de transformação. Tal como na arte, onde o instante é matéria de criação, também nas dinâmicas sociais a impermanência pode ser potência — abrindo caminhos para novos gestos, novos encontros e novas formas de imaginar o futuro. No mundo artístico, esta reflexão inspira novas direções, pautadas pela fragilidade do momento e pela irrevogabilidade da mudança.
Apoio @dg.artes
A quarta e última conversa do ciclo propõe uma reflexão sobre a Psicologia como espaço de escuta e análise da experiência humana, atravessada pela fragilidade e pela impermanência do presente. Tal como a dança, que acontece no instante do corpo em movimento, e a filosofia, que interroga o transitório e o inacabado do pensar, a Psicologia confronta-se com a mutabilidade do real: emoções que se transformam, vínculos que se refazem, identidades que se deslocam.
Essa impermanência manifesta-se não apenas no íntimo individual, mas também nos fenómenos sociais: comunidades em constante reconfiguração, práticas culturais que emergem e desaparecem, relações de poder e solidariedade que se desfazem ou se reinventam.
Mais do que interpretar a fragilidade como ameaça, propõe-se reconhecê-la como condição de transformação. Tal como na arte, onde o instante é matéria de criação, também nas dinâmicas sociais a impermanência pode ser potência — abrindo caminhos para novos gestos, novos encontros e novas formas de imaginar o futuro. No mundo artístico, esta reflexão inspira novas direções, pautadas pela fragilidade do momento e pela irrevogabilidade da mudança.
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O Centro de Criação e Investigação Nuisis Zobop encerra no dia 22 de novembro o Ciclo Temático Interartes e Interdisciplinas. Este encontro, dedicado à Psicologia, contará com a participação de Ana Coimbra Oliveira, Paulo Azevedo, Sónia Carvalho, Hugo Calhim Cristóvão e Joana von Mayer, sob moderação de Cristina Aguiar.
A quarta e última conversa do ciclo propõe uma reflexão sobre a Psicologia como espaço de escuta e análise da experiência humana, atravessada pela fragilidade e pela impermanência do presente. Tal como a dança, que acontece no instante do corpo em movimento, e a filosofia, que interroga o transitório e o inacabado do pensar, a Psicologia confronta-se com a mutabilidade do real: emoções que se transformam, vínculos que se refazem, identidades que se deslocam.
Essa impermanência manifesta-se não apenas no íntimo individual, mas também nos fenómenos sociais: comunidades em constante reconfiguração, práticas culturais que emergem e desaparecem, relações de poder e solidariedade que se desfazem ou se reinventam.
Mais do que interpretar a fragilidade como ameaça, propõe-se reconhecê-la como condição de transformação. Tal como na arte, onde o instante é matéria de criação, também nas dinâmicas sociais a impermanência pode ser potência — abrindo caminhos para novos gestos, novos encontros e novas formas de imaginar o futuro. No mundo artístico, esta reflexão inspira novas direções, pautadas pela fragilidade do momento e pela irrevogabilidade da mudança.
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Essa impermanência manifesta-se não apenas no íntimo individual, mas também nos fenómenos sociais: comunidades em constante reconfiguração, práticas culturais que emergem e desaparecem, relações de poder e solidariedade que se desfazem ou se reinventam.
Mais do que interpretar a fragilidade como ameaça, propõe-se reconhecê-la como condição de transformação. Tal como na arte, onde o instante é matéria de criação, também nas dinâmicas sociais a impermanência pode ser potência — abrindo caminhos para novos gestos, novos encontros e novas formas de imaginar o futuro. No mundo artístico, esta reflexão inspira novas direções, pautadas pela fragilidade do momento e pela irrevogabilidade da mudança.
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hoje
concerto
CALCUTÁ + MARIA AMARO
amanhã
dj set
FLETCH
sex.06.02
concerto
DONARANHA + DIAGONAL