PENELOPE ISLES + SILENTIDE
Os Penelope Isles anunciam o seu muito aguardado regresso com o novo álbum "3", que sai a 25 de setembro através da Bella Union e já pode ser pré-encomendado aqui. Depois de um breve desaparecimento entre discos a solo e digressões incansáveis, os irmãos Wolter, Jack e Lily, ressurgem com um disco encharcado de sal e sol, com a maré a puxar pelas margens.
Passaram três anos desde o último concerto da banda. Pelo meio, a vida aconteceu. A Lily passou seis meses no Sri Lanka e na Indonésia, a trocar canções por pranchas de surf e a afastar-se da música pela primeira vez em anos. Entretanto, o Jack foi para a estrada como guitarrista de CMAT, acompanhando-a na sua ascensão imparável.
Ao longo do último ano, tanto o Jack como a Lily lançaram álbuns a solo muito elogiados, como Cubzoa e My Precious Bunny, respetivamente. "3" é o som desta magnética dupla de compositores a reencontrar-se.
"3" é um disco de estreias para a banda sediada em Brighton, mas originária da Ilha de Man. A primeira como verdadeiro trio, com o amigo próximo Joe Taylor (Anna B Savage, Iona Zajac) na bateria, e a primeira vez que gravam ao vivo. O Jack e a Lily trocam guitarras cintilantes e harmonias solarengas como segredos partilhados, enquanto o Joe Taylor ancora tudo: o falsete a pairar com nostalgia por cima, a bateria a estrondear por baixo. São canções que parecem postais ou páginas arrancadas de um diário e deslizadas por baixo da porta de alguém.
Escritas durante uma viagem de surf de um mês a Lagos, em Portugal, as canções de "3" têm os pés cheios de areia e os ombros queimados do sol, refrões que brilham e harmonias que doem. Um ano depois, a banda voou para a Ilha de Lewis, na costa noroeste da Escócia, para gravar o álbum ao vivo nos Black Bay Studio. Uma beleza construída com cuidado, como um castelo de areia perfeito num dia de férias de verão, só para ser desfeito num instante pela crueldade casual da tia. Há doçura aqui, mas com dentes.
Ainda obcecados pelo amor, pelo desgosto, por aquilo que fica depois, os Penelope Isles criam aqui algo de novo. Uma linha de costa em constante mudança: nebulosa, luminosa e sempre à beira do colapso. "Os Penny Isles são uma parte tão importante da nossa personalidade", diz o Jack. "Por isso, já era altura de voltarmos a isto."
silentide é uma tentativa sempre falhada de alcançar aquilo que é ser humano no submerso.
Uma banda de rock algures entre o experimental e o indie, que vem do Porto e começou em 2022 no Estúdio Cedofeita. Conta com João Freitas na voz, guitarra e teclado, Maria Inês Gouveia na voz, flauta transversal e synth, Ricardo Alves na guitarra elétrica, Henrique Tomé no baixo e Gabriel Valente na bateria. Depois de "Self Note" (2023) o projeto edita o seu segundo LP, "rio mancha condição" (2026), que conta com temas em português e inglês.
"rio mancha condição" são 11 temas sobre a revolta contra o falso saber e a prepotência, rasgos de esperança no isolamento e outras histórias. Com camadas adicionais de saxofone e violoncelo se faz este ambiente etéreo que pede movimento, independentemente da segurança na direção.
Passaram três anos desde o último concerto da banda. Pelo meio, a vida aconteceu. A Lily passou seis meses no Sri Lanka e na Indonésia, a trocar canções por pranchas de surf e a afastar-se da música pela primeira vez em anos. Entretanto, o Jack foi para a estrada como guitarrista de CMAT, acompanhando-a na sua ascensão imparável.
Ao longo do último ano, tanto o Jack como a Lily lançaram álbuns a solo muito elogiados, como Cubzoa e My Precious Bunny, respetivamente. "3" é o som desta magnética dupla de compositores a reencontrar-se.
"3" é um disco de estreias para a banda sediada em Brighton, mas originária da Ilha de Man. A primeira como verdadeiro trio, com o amigo próximo Joe Taylor (Anna B Savage, Iona Zajac) na bateria, e a primeira vez que gravam ao vivo. O Jack e a Lily trocam guitarras cintilantes e harmonias solarengas como segredos partilhados, enquanto o Joe Taylor ancora tudo: o falsete a pairar com nostalgia por cima, a bateria a estrondear por baixo. São canções que parecem postais ou páginas arrancadas de um diário e deslizadas por baixo da porta de alguém.
Escritas durante uma viagem de surf de um mês a Lagos, em Portugal, as canções de "3" têm os pés cheios de areia e os ombros queimados do sol, refrões que brilham e harmonias que doem. Um ano depois, a banda voou para a Ilha de Lewis, na costa noroeste da Escócia, para gravar o álbum ao vivo nos Black Bay Studio. Uma beleza construída com cuidado, como um castelo de areia perfeito num dia de férias de verão, só para ser desfeito num instante pela crueldade casual da tia. Há doçura aqui, mas com dentes.
Ainda obcecados pelo amor, pelo desgosto, por aquilo que fica depois, os Penelope Isles criam aqui algo de novo. Uma linha de costa em constante mudança: nebulosa, luminosa e sempre à beira do colapso. "Os Penny Isles são uma parte tão importante da nossa personalidade", diz o Jack. "Por isso, já era altura de voltarmos a isto."
silentide é uma tentativa sempre falhada de alcançar aquilo que é ser humano no submerso.
Uma banda de rock algures entre o experimental e o indie, que vem do Porto e começou em 2022 no Estúdio Cedofeita. Conta com João Freitas na voz, guitarra e teclado, Maria Inês Gouveia na voz, flauta transversal e synth, Ricardo Alves na guitarra elétrica, Henrique Tomé no baixo e Gabriel Valente na bateria. Depois de "Self Note" (2023) o projeto edita o seu segundo LP, "rio mancha condição" (2026), que conta com temas em português e inglês.
"rio mancha condição" são 11 temas sobre a revolta contra o falso saber e a prepotência, rasgos de esperança no isolamento e outras histórias. Com camadas adicionais de saxofone e violoncelo se faz este ambiente etéreo que pede movimento, independentemente da segurança na direção.